As pesquisas eleitorais mais recentes revelam um cenário favorável ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação ao senador Flávio Bolsonaro (PL) para as eleições presidenciais de 2026. Os dados, divulgados em agosto, mostram uma vantagem significativa do petista em diversos cenários de segundo turno.
Em um levantamento realizado entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, Lula aparece com 48,5% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro tem 43%. Essa diferença supera a margem de erro de 2,5 pontos percentuais indicando uma vantagem clara do atual presidente.
Cenários de segundo turno
Além do confronto direto com Flávio Bolsonaro, Lula também lidera em cenários de segundo turno contra outros pré-candidatos. Contra Ronaldo Caiado (PSD), o presidente tem 48% contra 40% do ex-governador de Goiás. Em um possível embate com Romeu Zema (Novo), Lula tem 48,5% contra 37% do ex-governador de Minas Gerais. Já contra Renan Santos (Missão), a vantagem é de 48% a 34,7%.
Primeiro turno e pesquisa espontânea
No cenário de primeiro turno, Lula registra 43% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro com 35%. Caiado aparece em terceiro lugar com 5,7% seguido por Renan Santos com 4,7% e Zema com 2,6%. Outros candidatos somam 3% enquanto 2% dos entrevistados pretendem votar em branco, nulo ou em ninguém, e 4% não souberam responder.
Na pesquisa espontânea, Lula aparece com 34,4% seguido por Flávio Bolsonaro com 23%. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), embora inelegível, tem 1% de menções. Os que não souberam apontar um candidato variaram de 33,1% para 27,7% e os que pretendem votar em branco, nulo ou em ninguém saíram de 8,5% para 4,5% entre julho e agosto.
Rejeição e decisão de voto
Flávio Bolsonaro é o mais rejeitado, com 48% dos eleitores declarando que não votariam nele, ante 43,4% no levantamento de julho. A rejeição de Lula saiu de 46,4% para 47,4%. Zema foi rejeitado por 14,6% Caiado por 13,9% e Renan Santos por 13,5%.
Para 66% dos entrevistados em agosto, o voto está decidido, enquanto 34% ainda podem mudar de opinião. Esses dados indicam que a corrida eleitoral está longe de ser definida, mas Lula mantém uma vantagem significativa em diversos cenários.



