Em 2026, o setor fintech continua a crescer a passos largos, com um aumento de 25% no volume de transações digitais em comparação ao ano anterior. Este dado não é apenas um número, mas representa uma verdadeira revolução que está mudando o rosto da finança global.
Na minha experiência em Deutsche Bank, observei como o mercado evoluiu e como crises, como a de 2008, nos ensinaram lições fundamentais. A crise evidenciou a necessidade de maior liquidez e de sistemas de compliance mais robustos.
Atualmente, a inovação fintech busca enfrentar esses desafios, mas ainda há muitos aspectos a serem considerados.
Quem trabalha no setor sabe que a adoção de tecnologias como blockchain e inteligência artificial está transformando radicalmente a forma como as instituições financeiras operam. Os números falam claro: segundo um relatório de McKinsey, as empresas fintech estão conquistando fatias significativas do mercado, influenciando os modelos de negócios tradicionais.
Contudo, não podemos ignorar as implicações regulatórias. Autoridades de supervisão, como a BCE e a FCA, estão monitorando essas inovações de perto para garantir que erros do passado não se repitam. As normas precisam evoluir para acompanhar a rapidez das mudanças tecnológicas; caso contrário, corremos o risco de vivenciar explosões de volatilidade semelhantes às de 2008.
O futuro dos mercados financeiros está intimamente ligado à inovação fintech. Entretanto, como analista independente, mantenho um ceticismo construtivo em relação a certas modas do momento. A prudência e a due diligence permanecem essenciais. As perspectivas de mercado em 2026 são promissoras, mas é crucial aprender com o passado para navegar no futuro com sucesso.
