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16 agosto 2026

Blockchain Rio 2026: Inovações e desafios do setor financeiro brasileiro

No Blockchain Rio 2026, autoridades como Alessandro Octaviani da Susep e Marina Copola da CVM debateram os avanços e desafios do sistema financeiro brasileiro.

Blockchain Rio 2026: Inovações e desafios do setor financeiro brasileiro

O Blockchain Rio 2026, maior evento do setor na América Latina, reuniu autoridades e especialistas para discutir o futuro do sistema financeiro brasileiro. Com foco em inovações tecnológicas e proteção de investidores o evento trouxe à tona debates cruciais para o desenvolvimento do mercado financeiro no país.

Na quinta-feira (13), o superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep) Alessandro Octaviani, participou de um painel sobre regras de mercado. O evento, organizado pela Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac) contou com a presença de outras autoridades e especialistas do setor.

Debates focam em proteção de investidores e testes operacionais

Alessandro Octaviani compartilhou o palco com Marina Copola, diretora da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e outros convidados. Rodrigo Henriques, Diretor de Inovação e Estratégia da Fenasbac, moderou o diálogo, guiando os participantes para discutir o equilíbrio entre testes operacionais e a defesa dos consumidores.

Os palestrantes destacaram a importância da convergência entre instituições públicas para consolidar o Brasil como referência em regras financeiras. Essa união de esforços é essencial para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades trazidas pelas inovações tecnológicas.

Perspectivas do projeto Drex e a adoção de criptomoedas

Alessandro Octaviani já havia demonstrado confiança no projeto Drex em uma reunião com o Banco Central do Brasil. Na ocasião, ele afirmou que, após a implementação do Drex, apenas uma criptomoeda operaria no Brasil. No entanto, menos de três anos depois, o projeto de moeda digital do banco central ainda não se estabeleceu no país.

O Brasil possui uma das maiores taxas de adoção de criptomoedas e stablecoins no mundo, o que torna o debate sobre regulamentação e proteção de investidores ainda mais relevante. O mercado acompanha de perto as inovações no campo de tecnologia pelo setor público, e o Blockchain Rio 2026 trouxe discussões sobre tokenizaçãoblockchain e outras inovações do ecossistema.

O evento também refletiu a visão do setor público brasileiro sobre as inovações do ecossistema financeiro, reforçando a importância de políticas públicas que incentivem o desenvolvimento tecnológico e a proteção dos investidores.