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Queda do bitcoin para US$ 65 mil pressiona preço em reais e acende alertas entre investidores

O mercado de criptomoedas registrou uma nova queda: o bitcoin voltou a ser negociado em torno de US$ 65.000 por unidade nesta semana. Em reais, a moeda atingiu mínima de R$ 344.000, ampliando o recuo após a tentativa de manutenção acima de US$ 71.000 entre 14 e 16 de fevereiro. A movimentação afasta o ativo do patamar simbólico de US$ 70.000 e preocupa parte dos investidores.

Os dados nos contam uma história interessante: desde 1 de janeiro de 2026 o bitcoin acumula perda próxima de R$ 133.000. A desvalorização do dólar frente ao real e a queda internacional do ativo agravaram a queda em reais.

Por que o preço recuou?

Entre os fatores imediatos está a incapacidade de romper e sustentar níveis acima de US$ 71.000. Isso gerou vendas de curtíssimo prazo e pressão adicional sobre o preço. Há também menções de analistas célebres: Michael Burry avisou que US$ 60.000 poderia disparar um colapso mais amplo — um gatilho que muitos operadores preferem evitar testar.

Na minha experiência em Google, movimentos como esse costumam atrair tanto saídas por pânico quanto entradas gradativas de compradores de longo prazo. O marketing hoje é uma ciência: sinais técnicos e sentimento guiam decisões mensuráveis.

Impacto do câmbio e comportamento local

A cotação em reais sofre duplo efeito: a flutuação do dólar e a queda internacional do bitcoin. Com o câmbio pressionado para baixo, a conversão amplia a sensação de perda no Brasil. Ainda assim, traders que seguem indicadores de prazo mais longo enxergam oportunidades para compras discretas.

Indicadores técnicos e sentimento

Ferramentas técnicas mostram o RSI de sete dias em território de sobrevendido. Historicamente, isso sinaliza condições de compra para investidores com horizonte estendido. O índice Fear and Greed permanece em Medo Extremo, refletindo o sentimento negativo entre participantes.

Busca e visibilidade

As buscas por “Bitcoin” no Google Trends recuaram em relação às médias recentes e ao pico dos últimos 30 dias. Menor visibilidade tende a reduzir compras por impulso. Para alguns investidores, essa queda de atenção é exatamente a janela para acumular gradualmente.

Como investidores e analistas reagem

Existem duas frentes claras: quem monitora níveis críticos com gatilhos de venda em massa e quem estrutura entradas escalonadas com base em métricas técnicas e tese de valor. A recomendação recorrente é analisar por conta própria e manter disciplina de risco.

Além disso, especialistas enfatizam a importância da custódia. Aprender a proteger chaves privadas e optar por autocustódia reduz riscos associados a plataformas de terceiros. Para quem procura apoio, há consultorias e treinamentos focados em segurança e estratégias de longo prazo.

I dati nos mostram que o cenário atual combina fatores técnicos, movimentos cambiais e sentimento público. Para investidores de horizonte estendido, os indicadores sugerem ambiente potencialmente favorável para entradas graduais. Para operadores de curto prazo, a recomendação é atenção redobrada ao risco.

Os dados nos contam uma história interessante: desde 1 de janeiro de 2026 o bitcoin acumula perda próxima de R$ 133.000. A desvalorização do dólar frente ao real e a queda internacional do ativo agravaram a queda em reais.0

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