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Natura conclui venda da Avon na Rússia e lança aposta estratégica para acelerar expansão na América Latina

Natura concluiu a venda das operações da Avon na Rússia ao Grupo Arnest por cerca de 26,9 milhões de euros. O anúncio foi feito em 19/02/e a companhia confirma que os recursos foram recebidos em 17 de fevereiro. O desinvestimento integra uma agenda de reorganização destinada a enxugar a estrutura e concentrar investimentos na América Latina.

Quem vende e por quê? A Natura optou por sair de um mercado com desafios específicos para realocar caixa e foco a frentes com maior potencial de crescimento.

Para investidores, a operação reduz dispersão geográfica e simplifica a governança.

Por que a operação interessa aos mercados?

A transação encerra um capítulo deixado fora da venda anterior da Avon International. Com a alienação, a Natura avança na simplificação corporativa, eliminando sobreposições administrativas e reduzindo complexidade legal. Os dados de mercado sugerem que movimentos assim tendem a melhorar transparência e eficiência.

O que significa, na prática, simplificar a estrutura?

Simplificação envolve reduzir o número de entidades legais, transferir ativos e vender subsidiárias. Na prática, torna o grupo mais ágil e facilita alocação de capital. Quem investe sabe que menos complexidade costuma traduzir‑se em melhor avaliação pelos analistas.

Impactos financeiros e operacionais

O ingresso de 26,9 milhões de euros reforça o caixa e amplia flexibilidade para priorizar projetos com maior retorno esperado. Operacionalmente, a saída da Rússia reduz a carga de gestão de mercados díspares e permite foco em integração de portfólio e eficiência de canais.

Quais os próximos passos estratégicos?

A companhia seguirá avaliando desinvestimentos em ativos internacionais remanescentes da antiga Avon. A estratégia privilegia mercados com liderança de marca e capacidade de escalar margens, sobretudo na América Latina. O objetivo é realocar capital para iniciativas com melhor ROI.

Reação do mercado e desdobramentos

Analistas interpretam a operação como coerente com um plano de longo prazo para tornar a Natura mais enxuta e orientada ao crescimento sustentável regional. A gestão agora foca em consolidar ganhos de eficiência e monitorar a execução das estratégias de margem e expansão.

O movimento confirma uma tendência de readequação pós‑aquisição iniciada após a incorporação de ativos herdados. Resta observar se a liquidez obtida será aplicada em aquisições seletivas ou em programas de fortalecimento de canais na região.

Último desenvolvimento relevante: a Natura informou que continuará divulgando atualizações sobre potenciais vendas adicionais de ativos internacionais à medida que avançar a reestruturação.

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