Em 2026, o GDPR continua a ser uma peça central na proteção de dados na Europa. A normativa, que entrou em vigor em 2018, trouxe mudanças significativas nas práticas de tratamento de dados pessoais, e suas implicações ainda são amplamente discutidas.
Normativa em questão
O Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR) foi elaborado para unificar a proteção de dados dentro da União Europeia. Ele estabelece regras claras sobre como os dados pessoais devem ser coletados, armazenados e processados.
Interpretação e implicações práticas
Do ponto de vista normativo, o GDPR estabelece que as empresas são responsáveis pela proteção dos dados pessoais que tratam. Isso significa que devem implementar medidas de segurança adequadas e garantir a transparência em relação ao uso dos dados.
O que devem fazer as empresas
As empresas precisam revisar suas políticas de proteção de dados e assegurar que estão em conformidade com os requisitos do GDPR. Isso inclui realizar avaliações de impacto sobre a proteção de dados e treinar funcionários sobre as melhores práticas.
Riscos e sanções possíveis
O risco de compliance é real: as empresas que não cumprirem com o GDPR podem enfrentar multas severas, que podem chegar a 4% do faturamento anual global ou 20 milhões de euros, o que for maior. Além disso, a reputação da empresa pode ser gravemente afetada.
Best practices para compliance
Para garantir a conformidade com o GDPR, as empresas devem:
- Implementar políticas claras decompliance com o GDPR.
- Realizar auditorias regulares de suas práticas de manejo de dados.
- Oferecer treinamentos contínuos para seus funcionários sobre proteção de dados.
- Utilizar soluções deRegTechpara facilitar a conformidade e monitoramento das práticas de proteção de dados.
O GDPR permanece, em 2026, um desafio e uma oportunidade para as empresas. A conformidade não é apenas uma questão legal, mas uma parte fundamental da confiança do consumidor.
